As 10 fraudes mais comuns na América Latina

São Paulo, agosto, 2017 – A operação no e-commerce requer o gerenciamento de custos e procedimentos que previnam fraudes e evitem transtorno para os clientes. Acompanhando o mercado, a CyberSource, uma das empresas pioneiras nos serviços de gerenciamento de fraudes e pagamentos on-line para estabelecimentos comerciais, realizou uma pesquisa com seus principais clientes e levantou as 10 fraudes on-line mais recorrentes na América Latina em 2017. 

  1. Fraude de apropriação de conta  
  2. Forma de roubo de identidade em que o fraudador obtém acesso às contas bancárias ou ao cartão de pagamento da vítima – por meio da violação de dados ou do uso de malware ou phishing – utilizando as informações para fazer transações não autorizadas.

  3. Fraude de afiliada 
  4. Atividade fraudulenta gerada por uma afiliada na tentativa de gerar receita ilegítima; por exemplo, afiliadas que induzem estabelecimentos comerciais a pagar comissões não devidas. 

  5. Botnets
  6. Rede privada de computadores infectados com um software malicioso. Esses computadores são controlados como um grupo, sem o conhecimento de seus proprietários, para, por exemplo, roubar dados, enviar spam e permitir que criminosos acessem dispositivos.

  7. Teste de cartão  
  8. Quando fraudadores usam as lojas on-line para testar informações do cartão de pagamento que estão em seu poder. O objetivo é “testar” os cartões para descobrir se eles foram bloqueados/cancelados, e se os limites de crédito foram atingidos.

  9. Fraude “limpa”  
  10. Utiliza informações roubadas do cartão de pagamento e, com grande quantidade de dados pessoais, os criminosos efetuam compras fazendo-se passar pelos verdadeiros portadores do cartão sem levantar suspeitas. Assim manipulam as transações para burlar as funcionalidades de detecção de fraude.

  11. Fraude “amigável”
  12. Ocorre quando o consumidor faz uma compra on-line usando seu próprio cartão  de pagamento e após receber o produto ou serviço, solicita o estorno ao emissor do cartão. Uma vez aprovado, o estorno cancela a transação de pagamento e o consumidor recebe de volta o montante gasto.

  13. Roubo de identidade
  14. Uso deliberado da identidade de outra pessoa, normalmente para obter vantagens financeiras, crédito e outros benefícios em seu nome.

  15. Lavagem de dinheiro 
  16. Processo que oculta as origens de fundos obtidos ilegalmente, por transferências de recursos envolvendo bancos estrangeiros ou empresas legítimas. Isso faz com que fundos obtidos ilegalmente ou "dinheiro sujo" pareçam legais ou "limpos".

  17. Phishing/pharming/whaling 
  18. São técnicas de engenharia social utilizadas para pessoas físicas ou jurídicas, ou para atraí-los para sites falsos na tentativa de obter informações como números de cartão de pagamento, senhas bancárias e outros dados.

  19. Esquemas de triangulação 
  20. Criminosos usam cartões de pagamento roubados para comprar mercadorias arrematadas em leilões on-line ou adquiridas em sites de e-commerce. Em seguida, revendem essas mercadorias a clientes legítimos, que não estão envolvidos na fraude.

 

Sobre a Visa – A Visa é uma companhia global de tecnologia de pagamento que conecta consumidores, empresas, instituições financeiras e governos em mais de 200 países e territórios com uma moeda digital rápida, segura e confiável. Operamos uma das mais avançadas redes de processamento – a VisaNet - que é capaz de processar mais de 65 mil transações por segundo, com proteção contra fraudes para os consumidores e garantia de recebimento aos comércios. A Visa não é um banco e não emite cartões, não concede crédito ou fixa taxas aos consumidores. As inovações da Visa permitem às suas instituições parceiras oferecer aos consumidores mais opções: pagar agora com o débito, adiantado com o pré-pago ou tempos depois com os produtos de crédito. Para mais informações, visite www.visa.com.br, siga-nos no twitter @VisaNewsBr ou no LinkedIN.

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